Pride Azores logotipo

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Bem Vind@s Welcome

segunda-feira, 18 de abril de 2016

A pergunta #1 que recebemos - the #1 question we receive

Are there gay clubs and hotels in Azores?
NO, there are no known businesses in the Azores that are seen or publicly run as "gay". Yet, there are many gay-friendly places, especially in Ponta Delgada. But yet, until this day, only one business has come forward to support our organization directly: ARCO 8 (Santa Barbara neighbourhood of Ponta Delgada) has offered its space for the organization to do events.
In terms of hotels, most are very gay-friendly. Respect is tops in these businesses in Azores, but if you have any problems please do get in touch with us prideazores@gmail.com

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Encontros no Mundo

Líderes de várias entidades do movimento LGBT Europeu encontraram-se na reunião anual da Interpride que aconteceu este ano em Las Vegas, EUA.

Próximos encontros mundiais:
2016 - AGM Montpellier, França
2017 - Worldpride, Madrid



Montpellier, Copenhaga, Madrid, Riga, várias entidades da Alemanha e Pride Azores estiveram presentes.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

17 de Maio: DIA INTERNACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA E TRANSFOBIA



O Sangue é todo igual,
o que muda são os comportamentos.

17 DE MAIO 2015
DIA INTERNACIONAL CONTRA 
A HOMOFOBIA E TRANSFOBIA

segunda-feira, 4 de maio de 2015

é no sangue

é discriminação, é preconceito, é fobia...
e continua...

adorámos a crónica do comediante "sensivelmente idiota" que decidimos partilhar aqui:
SEXO ANAL OU DAR SANGUE? SÓ PODES ESCOLHER UM DELES

e para as últimas noticias sobre o assunto visite ILGA 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Participa no ESTUDO

Antes de mais, desejo um excelente 2015.
O meu nome é Francisco Castro e estou a realizar um estudo sobre orientação sexual e a sua relação com a auto-estima e o bem-estar subjectivo, no âmbito do Mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL). Acredito que uma melhor compreensão destes fenómenos poderá beneficiar, tanto a comunidade científica como a sociedade em geral.
 
Como se sabe, e apesar de ser muito importante compreender os processos relacionados com a sexualidade humana, não tem sido fácil a realização de investigação científica junto das comunidades gay, lésbica, bissexual e heterossexual com comportamentos homossexuais. Esta é a razão por que peço a colaboração para a divulgação do estudo, que se intitula Que ‘Eu’ me sinto? e cujos questionários para a participação estão disponíveis na página do Facebook ‘’Mais ciência para uma sociedade mais esclarecida’’. Na mesma página também está publicada a declaração da UAL certificando a veracidade deste estudo.
 
As respostas são totalmente ANÓNIMAS e CONFIDENCIAIS.
Muito obrigado pela colaboração.
Francisco Castro

1) link para a população GAY/LÉSBICA
2) link para a população BISSEXUAL
3) link para a população HETEROSSEXUAL COM COMPORTAMENTOS HOMOSSEXUAIS

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Voto de saudação não é suficiente para Pride Azores

Voto de saudação não é suficiente para Pride Azores

"O direito de nos manifestarmos e de termos orgulho naquilo que somos, naquilo que nos dá prazer, de quem gostamos, de defender as nossas convicções, são direitos humanos, fundamento de qualquer regime democrático." Assim começa o voto de saudação à Marcha LGBT dos Açores, apresentado no Parlamento dos Açores pelo Bloco de Esquerda,  aprovado com os votos de todas as bancadas e abstenção do PSD/A.
A associação LGBT (lésbica, gay, bissexual, transgenero) Pride Azores tem em conta e agradece a ação do Bloco de Esquerda em levar a questão para dentro do Parlamento, mas o grande desafio de todos os movimentos, incluindo os que lutam pela diversidade sexual e de género, é trazer o Parlamento cá para fora. 
Terry Costa, presidente da Associação LGBT Pride Azores reconhece que qualquer iniciativa de visibilidade é importante adicionando que  "Visibilidade é educação, mas não é com votos de saudação entre as paredes do Parlamento que mudamos a realidade diária das pessoas que são discriminadas nos Açores, é urgente uma política de proximidade para quem ocupa cargos político-partidários entender o mundo para além dos gabinetes, a realidade diária das pessoas LGBT nos Açores."
Cassilda Pascoal, ativista social, diz que "Das cadeiras do parlamento é fácil, agora na rua junto com as pessoas nem vê-los. O próprio texto da iniciativa parlamentar não é satisfatório para gerar sentimento de total identidade com a população LGBT, comete falhas ao reforçar algumas ideias pré-concebidas. Esses fatos representam bem o distanciamento entre quem está em cargos de decisão e o povo e deixa clara a falta de compromisso entre os parlamentares com a população."

 
Nem de levantar o dedo a bancada do PSD/A é capaz

Na continuação do debate, a deputada Zuraida Soares afirmou que "Não há abstenção para um responsável político quando a luta pelos Direitos Humanos está em causa". Mas aconteceu na bancada do PSD/A que se demitiu de tomar posição, usando a abstenção para camuflar os seus ideais conservadores.
"Nem levantar um dedo em favor ou contra deste voto de saudação, os deputados do PSD/A foram capazes. Fico triste por ver alguns destes indivíduos sem coragem, nem autonomia, para lutar por quem são. É uma pena que a homofobia interna e o medo reine no PSD/A, mas isto também mostra o quanto trabalho é necessário para fazer nos Açores, quando nos defrontamos com situações em que uma coisa tão simples como levantar o dedo parece impossível para alguns", acrescenta Terry Costa.

A Associação LGBT (lésbica, gay, bissexual, transgénero) Pride Azores foi criada com o objetivo de trabalhar o combate à forte homofobia que se manifesta sob várias formas nos Açores, consequente de medos, desconhecimento e ignorância. Pride Azores chama a atenção a todas as entidades governamentais e não-governamentais, educadores, comunicação social e famílias, para a mudança urgente da sociedade atual. Não pode ser aceitável que se continue a educar para o ódio e preconceito em vez de se educar para o amor e o respeito. Que legado social é este que vamos deixar às futuras gerações? Continuar a dizer-lhes que vão embora se querem liberdade e paz social porque nos Açores não conseguem?
É urgente agir agora para que todos os passos sejam dados em frente. A Pride Azores continuará na luta pela liberdade, contra todos os preconceitos.

Parlamento dos Açores saúda luta pelos Direitos Humanos da marcha LGBT de Ponta Delgada

Parlamento dos Açores saúda luta pelos Direitos Humanos da marcha LGBT de Ponta Delgada
Horta, 11 set (Lusa) - O parlamento dos Açores aprovou hoje um voto de saudação à marcha LGBT que decorreu a 30 de agosto em Ponta Delgada, sublinhando que esta é uma "questão de Direitos Humanos".
O voto foi proposto pelo Bloco de Esquerda e votado favoravelmente por todos os partidos à exceção do PSD, que se absteve, o que originou algumas críticas.
A marcha LGBT, organizada pela associação Pride Azores, procurou "retirar os açorianos e as açorianas gay, lésbicas, bissexuais e transexuais da invisibilidade", lê-se no texto aprovado pelo plenário.
"O preconceito e a discriminação existem, nos seus mais diversos graus, só ocultados pela invisibilidade social das suas vítimas, pelo que qualquer manifestação é, também, um meio de combater ambos. Por isso, a desvalorização da importância da referida visibilidade é, também ela, uma forma de cumplicidade com o preconceito e a descriminação", acrescenta.
A terceira edição da marcha LGBT dos Açores mobilizou pouco mais de dez pessoas, menos do que nos anos anteriores, o que a organização atribuiu a "pressões" para um regresso "ao armário" na região, depois da visibilidade que as primeiras manifestações deram à causa.
"Qualquer iniciativa, tenha dez pessoas, tenha duas pessoas, tenha 20 ou 15, qualquer iniciativa que promova uma discussão aberta, desempoeirada e que permita e garanta uma evolução da nossa sociedade e de mentalidades na nossa sociedade será sempre positiva e para a qual os agentes do sistema política devem contribuir", disse o deputado Berto Messias, líder da bancada do PS, que tem maioria absoluta no parlamento açoriano.
O PS sublinhou a importância de qualquer combate à descriminação e a "qualquer tipo de perseguição".
O PSD foi a única bancada que não votou a favor do texto, optando pela abstenção.
"Os deputados do PSD respeitam, por princípio, a liberdade de os cidadãos se manifestarem sobre as suas opções de vida e orientação, mas se em cada momento formos a saudar uma manifestação, sobre o tipo de organização e sobre o tipo de orientação, o parlamento está aqui a tomar uma posição", justificou o deputado social-democrata António Ventura.
Zuraida Soares, do BE, considerou que "não é possível um cidadão de pleno direito, sobretudo com responsabilidades políticas, abster-se no combate pelos direitos humanos e um mundo onde a não descriminação seja a palavra de ordem".
"Não há abstenção para um responsável político quando a luta pelos Direitos Humanos está em causa", sublinhou.
Ainda durante esta manhã, o plenário açoriano chumbou um voto de protesto, apresentado pelo PSD, por causa do cancelamento de uma ligação de um barco de passageiros à Graciosa na semana passada.
O PSD defendeu que não havia motivos de ordem atmosférica para esse cancelamento, mas PS, BE, CDS-PP e PCP sublinharam que essa é uma decisão técnica, que cabe apenas ao comandante do navio, e votaram contra.
 
MP // JLG
 
Lusa/Fim
 

domingo, 31 de agosto de 2014

Balanço de três anos da Pride Azores

Balanço de três anos da Pride Azores

A Associação LGBT (lésbica, gay, bissexual, transgénero) Pride Azores foi criada com o objetivo de trabalhar o combate à forte homofobia que se manifesta sob várias formas nos Açores, consequente de medos, desconhecimento e ignorância.

O preconceito com base na orientação sexual na região é, depois da discriminação de género, aquela que mais se faz sentir. Para além da discriminação existente na lei, que impede as pessoas LGBT de terem direitos civis na plenitude, o conservadorismo existente nos Açores só permite que as pessoas sejam socialmente aceites quando estas omitem as suas identidades.

Ao longo dos últimos três anos, a associação Pride Azores trabalhou em prol da visibilidade da diversidade sexual e identidade de género. Essa mesma visibilidade trouxe à tona também a homofobia e repressão exercida por parte de vários sectores sociais.

Neste balanço de três anos, podemos afirmar com toda a convicção, pelas experiências e situações que fomos vivendo e acompanhando que muitas dezenas, se não centenas das pessoas que iniciaram um caminho para a afirmação das suas sexualidades recuaram neste mesmo caminho depois de se confrontarem com situações de pressão, sob forma de ameaças subtis pondo em causa os seus postos de trabalho, projectos sociais ou relações pessoais. Outras ainda, não querendo recuar no caminho iniciado, e como tantas centenas nas décadas passadas, procuraram a sua liberdade fora da região.

Fazemos agora esta chamada de atenção a todas as entidades governamentais e não-governamentais, educadores, comunicação social e famílias, para a mudança urgente da sociedade atual. Não pode ser aceitável que se continue a educar para o ódio e preconceito em vez de se educar para o amor e o respeito. Que legado social é este que vamos deixar às futuras gerações? Continuar a dizer-lhes que vão embora se querem liberdade e paz social porque nos Açores não conseguem?
É urgente agir agora para que todos os passos sejam dados em frente.
A Pride Azores continuará na luta pela liberdade, contra todos os preconceitos.


Cassilda Pascoal & Terry Costa
Associação LGBT Pride Azores
www.prideazores.com

MARCHA LGBTS 2014 AÇORES

Marcha LGBTS Açores, 30 agosto 2014






Terra Nostra, 29 agosto 2014

Terra Nosta, 29 agosto 2014










 Diário Insular, 28 agosto 2014

Diário Insular, 27 agosto 2014