Pride Azores logotipo

Pride Azores logotipo
Bem Vind@s Welcome

segunda-feira, 9 de maio de 2022

17 de Maio 2022

     Que estás fazendo para marcar este o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia? 

     Manda detalhes ou cartaz para prideazores@gmail.com ou diretamente para nossa página no facebook e teremos todo o gosto de partilhar: www.facebook.com/LGBTacores

domingo, 25 de julho de 2021

Maratona "We Are Running Out of Time"

 A Maratona WE ARE RUNNNG OUT OF TIME foi uma oportunidade de dar visibilidade às bandeiras LGBT+ 

O projeto aconteceu a 24 de julho 2021 na ilha de São Miguel (Sete Cidades à Relva). 

Obrigado à "ilhas estúdio" e Walk&Talk pela oportunidade. 

“We’re running out of time”. É um projeto do ilhas estúdio que tem como objectivo a criação de uma maratona na edição do festival de arte Walk&Talk a acontecer na ilha de São Miguel em Julho de 2021: um percurso de 42 km que atravessa esta ilha e no qual toda a gente pode participar. Uma maratona que, unirá a corrida a reivindicações, lutas e causas de todas e todos aqueles que dela fizerem parte. 

Aceitando que cada indivíduo não consegue dar voz a todas as causas, convocamos uma maratona para que cada um possa dar voz a pelo menos uma. Vamos correr juntos contra o tempo: correr porque já estamos a ficar sem tempo para lutar pela igualdade de género, contra a homofobia, contra a transfobia, contra o racismo. Estamos a ficar sem tempo para lutar por um mundo mais sustentável, por um mundo sem guerra, por um mundo sem fome e sem violência doméstica. O número de causas será reflexo da quantidade de pessoas que fizerem parte desta maratona-manifestação. Quanto mais diversos formos, mais diversas e necessárias serão as nossas causas.

Estes 42km passarão por 3 pontos (42km maratona, 21 km meia-maratona, 8km mini-maratona). Estes três pontos são as âncoras deste projecto, uma vez que estes pontos serão o local onde pessoas, associações, coletividades ou grupos informais se podem juntar a esta grande corrida. Nestes pontos, e fazendo uma homenagem ao espírito da maratona, ocorrerá a passagem simbólica de um testemunho.




Obrigado Pedro (As Cores dos Açores) pelo apoio - juntes conseguimos mais! 

Para mais fotos da nossa participação clique e avance (esquerda) através da página oficial no facebook.

segunda-feira, 17 de maio de 2021

17 de Maio 2021 - JUNTES: Resistir, Apoiar, Superar!

 JUNTES: Resistir, Apoiar, Superar!

O Dia Internacional da Luta Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia é dia 17 de maio. Todos os anos a Associação LGBT Pride Azores marca este dia de alguma forma na região autónoma dos Açores, e este ano não deveria ser diferente. Sendo assim, lançamos on-line o cartaz, com o apoio de várias entidades, associações, IPSS, plataformas online e pedimos que todes partilhem a mensagem.

O tema para marcar esta data do Dia Internacional da Luta Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia foi votado por um grande grupo de redes LGBTQI+ internacionais. Em Portugal, adaptamos a mensagem para JUNTES: Resistir, Apoiar, Superar!

As palavras juntes e todes fazem parte da linguagem neutra em género, sistema Elu.

LGBT = Lésbica, Gay, Bisexual e Trans.

O Dia Internacional da Luta Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia é marcado a 17 de maio, data escolhida lembrando da exclusão da Homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde da Organização Mundial da Saúde em 17 de maio de 1990, oficialmente declarada em 1992. Um pouco por todo o mundo faz-se neste dia desde marchas, cordões humanos, entre outras atividades com o objetivo de sensibilizar.




sexta-feira, 7 de maio de 2021

cartaz 17 de maio 2021

 

                                                         


                                          17 de maio 2021

JUNTES: RESISTIR, APOIAR, SUPERAR! 

JUNTES: Sistema Elu, Linguagem Neutra em Género.

cartaz com as imagens internacionais editado por vitor e miguel 
distribuído com o apoio de várias entidades participantes 
- obrigado pela participação - 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Planeando 17 de Maio 2021

 17 de Maio - JUNTES: Resistir, Apoiar, Superar!

O Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia é 17 de maio. Todos os anos a Associação LGBT Pride Azores marca este dia de alguma forma na região autónoma dos Açores.

O tema para as comemorações do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia foi votado por um grande grupo de redes LGBTQI+ internacionais. Este ano, em parceria com várias entidades, partilha-se a temática internacional - JUNTES: Resistir, Apoiar, Superar!

O Dia Internacional Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia é marcado a 17 de maio, data escolhida lembrando da exclusão da Homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde da Organização Mundial da Saúde em 17 de maio de 1990, oficialmente declarada em 1992.

Um pouco por todo o mundo faz-se neste dia marchas, cordões humanos, entre outras atividades com o objetivo de sensibilizar.

 

A todos e todas vós pedimos para partilhar esta mensagem através dos canais disponíveis: sites oficiais, redes sociais, rádios, jornais e newsletters locais. JUNT@S: Resistindo, Apoiando, Sarando!

 

Se desejas fazer parte do cartaz, a ser produzido pela Pride Azores, por favor manda  LOGOTIPO da sua entidade para prideazores@gmail.com antes de 30 de Abril.

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Secretário Regional da Saúde e Desporto anunciou a criação de uma Coordenação Regional de Luta Contra a SIDA

30 de novembro 2020 - O Secretário Regional da Saúde e Desporto anunciou hoje a intenção de criar brevemente uma coordenação regional para combate à SIDA.  Os Açores estão sem números atualizados desde 2018 e sem um organismo especializado, devido à extinção da então comissão coordenadora, também em 2018. “Por tudo isto é preciso agir e vamos ter em breve uma coordenação regional para combate a SIDA” – disse Clélio Meneses no final de uma visita, esta tarde, ao Hospital de Angra. “Sem números oficias, o que nos chegou ao conhecimento, hoje, foi um aumento de casos, nos últimos três anos. Temos de conhecer bem a situação para ajudar as pessoas e gerir o problema. Creio que em breve teremos essa coordenação regional a funcionar” – sublinhou o governante.

Os Açores tinham em 2018, um total de 383 casos de infeção por VIH   e uma incidência de 5,3% por cada 100 mil habitantes, superior em 2% à Região Autónoma da Madeira. Também em 2018 registaram-se 14 novos casos de infeção por VIH e dois novos casos de SIDA. Daí para cá, não há informação sobre o todo regional, lacuna que o novo Secretário Regional da Saúde e Desporto pretende resolver com a brevidade possível.

O Dia Mundial de Luta contra a Sida comemora-se a 1 de Dezembro.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

NOTA DE REPÚDIO - COLIGAÇÃO COM A EXTREMA DIREITA

 NOTA DE REPÚDIO

COLIGAÇÃO COM A EXTREMA DIREITA


Quem faz acordos com fascistas é fascista!


No passado dia 25 de outubro, decorreram nos Açores as eleições com o intuito de determinar a composição da Assembleia Legislativa da Região Autónoma. Vencedora foi a abstenção de 54,59%, e apesar de continuar a ser o partido mais votado, com 40,65%, o Partido Socialista não alcançou a maioria absoluta pela primeira vez em 20 anos. Facto novo foi a entrada da extrema-direita para o parlamento açoriano: o Chega conseguiu eleger 2 deputados.


A direita açoriana viu a oportunidade de afastar o PS do poder, mas a grande coligação da direita “democrática” - PSD, CDS-PP, Iniciativa Liberal e Partido Popular Monárquico - não teria maioria no parlamento, juntos só seriam 27 deputados, o mesmo número que o PS e BE juntos. Um governo de direita só era possivel com um acordo com a extrema-direita. 


Imediatamente após as eleições, o PSD não parecia estar disposto a fazer um acordo com o Chega, nem a extrema direita queria fazer acordos com “partidos do sistema”. No entanto, bastou pouco mais de uma semana para as lideranças do PSD e Chega se tornarem melhores amigas. Berthold Brecht um dia disse que “Não há nada mais parecido a um fascista do que um burguês assustado”. No caso dos Açores, até o medo de deixar passar o tacho do poder foi aparentemente o suficiente para deixar cair por terra qualquer discurso moral e princípio democrático de não colaborar com forças abertamente neofascistas.

O Chega parasita na crise do capitalismo e na miséria social provocada pelo neoliberalismo, no interesse das elites, divide as pessoas exploradas à base de raça, género, cultura e orientação sexual. Segundo as normas da Constituição Portuguesa, o partido Chega e os demais grupos neofascistas deveriam ter sido ilegalizados há bastante tempo - como aconteceu com o Aurora Dourada na Grécia em Outubro.


Os partidos PSD, CDS-PP e PPM, que juntos representavam 26 deputados, anunciaram esta semana um acordo de governação, baseados em acordos de incidência parlamentar com o Chega e a Iniciativa Liberal. Pelas palavras do líder Rui Rio, houve uma concordância com os quatro objetivos do Chega para viabilizar o governo dos Açores, estes incluem uma perda de representatividade, cortes nos apoios sociais e o apoio a mudanças constitucionais. O facto de a direita “democrática” ter desde sempre acolhido e “perdoado” os elementos derrotados e exonerados do Estado Novo fascista no seu meio, sem dúvida facilitou abertura para a extrema direita.


Mesmo reconhecendo que o Chega tenha “posições xenófobas e racistas”, o vice-presidente do PSD, Nuno Morais Sarmento, não tem vergonha em defender o acordo político. Com este acordo, o PSD de Rui Rio legitimou o Chega como força política e o seu discurso como “normal e aceitável”, não só nos Açores, mas a nível nacional. Tal como têm, em geral, feito os partidos da "direita tradicional", nomeadamente o próprio PSD nacional quando tomou para si como bandeira a oposição à pretensa "ideologia de género". Ou mesmo o próprio PPM que já se havia coligado com o Partido pró-vida e o Chega para as eleições europeias de 2019, tendo apresentando André Ventura como cabeça de lista.

O acordo nos Açores abriu as portas para acordos com a extrema direita a nível local no próximo ano. 


Repudiamos quem concordou com esta coligação.

Não aceitamos a normalização do racismo, da xenofobia, da ciganofobia, da LGBTIA+fobia, e do sexismo.

 Defendemos a unidade da classe trabalhadora e das pessoas exploradas contra todas as políticas reacionárias que nos tentam dividir, seja na base de raça, cultura, género ou orientação sexual. 



Subscritores:


Plataforma Antifascista de Coimbra

UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta

As Cores dos Açores

Panteras Rosa

Vozes no Mundo - Frente pela Democracia no Brasil

MTS - Movimento dxs Trabalhadorxs do Sexo

Grupo Antifascista Miguel Torga

Toupeira Vermelha

Greve Climática Estudantil Portugal

Associação LGBT Pride Azores

sábado, 24 de outubro de 2020

PDL Dia Municipal da Igualdade

 A UMAR-Açores em parceria com diferentes entidades, instituições, associad@s e voluntári@s estará em directo no Facebook da UMAR-Açores no dia 24 de outubro, entre as 17H00 e as 19H30 a fim de celebrar a Igualdade.

Igualdade é Desenvolvimento.
Intervenções na temática LGBT+ também vão acontecer, assim como a presença da Pride Azores. 
Depois do evento pode rever em video.



segunda-feira, 6 de julho de 2020

Resposta à campanha de doação de sangue por jovens

O Governo dos Açores lançou no passado dia 3 de julho uma campanha de incentivo a jovens, porém ainda há barreiras que têm de ser ultrapassadas no que diz respeito principalmente à homossexualidade.
No dia 19 de junho do corrente ano, dirigi-me, conforme agendado, ao Serviço de Hematologia HDES para a realização de uma nova dádiva de sangue, sendo a última realizada a 8 de março do mesmo ano. Após a realização do formulário, dirigi-me à triagem onde é efetuada a avaliação dos candidatos a doadores e ao assumir-me como homossexual à colaboradora Paula, a mesma transmitiu-me, por indicação da médica, e antes do final da avaliação, que apenas pela minha orientação sexual não estaria apto para a realização da doação por, passo a citar,"ter um maior risco ao vírus devido à prática anal”.
Segundo a norma em vigor: https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/normas-e-circulares-normativas/norma-n-0092016-de-19092016-pdf.aspx, nenhum dos referidos comportamentos de risco  se verifica na minha situação, nem, em nenhum momento, refere a orientação sexual.
Ora, perante esta, só pode significar que teriam de avaliar detalhadamente a minha situação para perceber se teria comportamentos de risco ou não ao invés de assumirem que por ser homossexual os teria. Devemos ter em atenção A referida colaboradora do HDES, precipitadamente concluiu que a homossexualidade só por si consubstanciava um comportamento de risco, quando entendo que gravosa é a prática sexual com diversos parceiros desconhecidos e sem a utilização de preservativo, independentemente da orientação sexual.
            Com base no Relatório de Infeção VIH e SIDA em Portugal de 2019 elaborado pela Unidade de Referência e Vigilância Epidemiológica do Departamento de Doenças Infeciosas do INSA, em colaboração com o Programa Nacional da Infeção VIH e SIDA da DGS, a maioria dos novos casos ocorreu em indivíduos naturais de Portugal (64,2%), mantendo-se o predomínio de casos de transmissão heterossexual.
            Neste contexto, e segundo a Norma n.º 009/2016, os serviços de hematologia devem rever o critério de “comportamento de risco”  e ainda um esclarecimento científico fundamentado invocado para obstar à doação de sangue por homossexuais.
 No que compete ao governo, é que sejam dadas orientações aos representantes do HDES no sentido de melhorarem a abordagem do serviço em situações futuras, garantindo, na medida do possível, que os funcionários que efetuam a triagem da doação de sangue saberem os fundamentos subjacentes à não aceitação de sangue baseados na orientação sexual sob pena de transmitirem a mensagem de que um preconceito vale mais do que uma vida que poderia ser salva.



Com os melhores cumprimentos,

                             Pedro Henrique